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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Terminal Pesqueiro será tema de Audiência Pública na Câmara


Foto: DICOM/PLutargo Botelho
O Terminal Pesqueiro será tema de uma Audiência Pública na Câmara Municipal de Manaus. O Terminal já consumiu R$ 17 milhões, mas ainda não está pronto para funcionar, fazendo a armazenagem de peixe e garantindo o abastecimento de pescado na cidade. A proposta foi apresentada pelo vereador Waldemir José (PT).
O parlamentar explicou que um dos entraves que está impedindo que o Terminal Pesqueiro entre em funcionamento é a demora da Procuradoria Geral do Município em concluir o processo cedendo o Terminal para o Ministério da Pesca, que instalará equipamentos e passará administra-lo. O Ministério da Pesca fará um convênio com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que ficará encarregada de fazer a instalação dos equipamentos.
 “Não entendo o porque da demora para concluir esse processo, por essa razão vamos realizar uma Audiência Pública com a presença de todos os atores envolvidos nesse caso”. “Precisamos saber o que está acontecendo e ter uma definição de quando o Terminal vai entrar em funcionamento”, destacou Waldemir José. O Terminal Pesqueiro começou a ser construído em  Transportes, através de um convênio assinado com a Prefeitura de Manaus.
Quando a atual administração municipal assumiu, se comentou que 90% da parte física do Terminal Pesqueiro estava pronta. Para a conclusão da obra foram feitos aditivos que elevaram o valor para R$17 milhões. De acordo com o projeto, o Terminal terá capacidade para armazenar 200 toneladas de pescado, além de contar dois silos com capacidade para produzir 120 toneladas de gelo para abastecer os pescadores da região. Estima-se que a produção diária de pescado que chega a Manaus varia entre 60 e 100 toneladas.

Vereador homenageia Projeto Curupira em Tribuna Popular na Câmara Municipal



 
Projeto Curupira foi homenageado com uma Tribuna Popula na CMM 

Vereador Waldemir José - PT, professor Dalmir Pacheco e vereadora Vilma Queiroz

Funcionando há cinco anos no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), o Projeto Curupira foi homenageado com uma Tribuna Popular proposta pelo vereador Waldemir José (PT). O Projeto atende pessoas com deficiência física, através de cursos para inclusão social no mercado de trabalho atuando também na formação de recursos humanos para atender pessoas com necessidades especiais.
O coordenador do Projeto Curupira, professor Dalmir Pacheco de Souza, explicou que um dos objetivos do Projeto é tornar possível a acessibilidade das pessoas com deficiência aos meios sociais e de trabalho. “Não se deve olhar as deficiências das pessoas, mas fixar o olhar no que elas podem oferecer e fazer, no projeto Curupira buscamos a inclusão total, a valorização do ser humano e da família”, disse o professor, destacando que a cada etapa são realizados até quatro cursos.
Para a formação de recursos humanos são oferecidos cursos de gestão, que ensinam a conviver com pessoas com deficiência, oferece também cursos de Braile para pessoas com deficiência visual e de Libra para pessoas com deficiência auditiva. São utilizadas também tecnologias que permitem as pessoas deficientes melhorar o aprendizado, permitindo-lhes acesso ao mercado e trabalho.
Na avaliação do vereador Waldemir José, a política de inclusão social adotada pelo Ifam, por intermédio do Projeto Curupira, deve servir de exemplo para outras instituições de ensino, que deveriam também criar e desenvolver projetos visando a inclusão social e no mercado de trabalho de pessoas com necessidades especiais. “O Projeto Curupira adota o modelo de Educação
Inclusiva, fazendo uso da pedagogia e da tecnologia na formação de pessoas com necessidades especiais e também na formação de recursos humanos”.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Gestores da Manaustrans e da Seminf terão que explicar contrato com a Consladel



O presidente do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) Walter Cruz e o secretário Municipal de Infraestrutura (Seminf), Américo Gorayeb, estão sendo convocados para prestar esclarecimentos à Câmara Municipal de Manaus sobre o contrato com a empresa Consladel. O requerimento convocando os dois gestores municipais foi encaminhado pelo vereador Waldemir José (PT).
O parlamentar petista disse que causa estranheza que, mesmo sem ter realizado nem 50% dos serviços para os quais foi contratada, a Consladel foi agraciada com um aditivo milionário de R$ 7,2 milhões. Apesar das várias denúncias contra a empresa, em nível nacional, a Prefeitura assinou contrato em 2010, no valor de R$ 90,8 milhões, para a realização de serviços de apoio a administração e implantação de engenharia de trânsito e segurança e manutenção na área de serviços de trânsito.
“Os serviços realizados até agora pela Consladel, como pintura de faixa de pedestre e retirada de radares eletrônicos, foram feitos de forma precária, mesmo assim em janeiro deste ano a Prefeitura pagou R$ 21,6 milhões, alegando que 23,8 dos serviços contratados já tinham sido realizados, ou seja, nem 50% dos serviços foram atingidos e a empresa já teve pedido de aditivo aprovado”. Waldemir José adiantou que irá também encaminhar ofício ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público de Contas solicitando informações sobre as investigações desses órgãos sobre o contrato firmado entre a Prefeitura e a Consladel.

Vereador quer que o MPE investigue o Banco da Gente


Foto: DICOM/Sérgio Oliveira


O Banco da Gente, órgão gerido pela Prefeitura de Manaus, deverá ser investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE), uma vez que a inadimplência de 39% demonstra que existe algo de errado no programa, criado há pouco mais de dois anos com o objetivo de financiar micros e pequenos empreendedores. O vereador Waldemir José (PT) viu os números, não gostou e resolveu que vai entrar com representação no MPE solicitando investigação para saber os motivos de tamanha inadimplência.
“Queremos evitar que daqui a pouco a Prefeitura venha a público dizer que a culpa é dos empreendedores que buscam a instituição para tentar incrementar seus negócios”. “Na minha avaliação o que está acontecendo é culpa dos gestores do Banco, que não criaram medidas para evitar esse problema”, acrescentou o vereador. Ele explica que os débitos chegam a R$ 5,2 milhões, recursos públicos que os gestores do Banco da Gente terão que dizer o que irão fazer para recuperar esses recursos.
Waldemir José explicou, ainda, que esse tipo de atividade é extremamente importante para financiar micros e pequenos empreendedores, garantindo a geração de empregos na cidade. “Estudos revelam que as pessoas de baixa renda são as melhores pagadoras, para evitar ter o nome no SPC ou Serasa, por isso consideramos que essa inadimplência de 39% é muito elevada, o que pode, futuramente, inviabilizar o financiamento de novos empreendedores”. O vereador considera que a demora para aplicar medidas saneadoras demonstra que os gestores do Banco  têm pouco zelo pelos recursos públicos.

Informativo Semanal_De 16 a 20/Abril - Edição nº 36

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Proposta de emenda a Loman busca assegurar direitos à população indígena

Foto: DICOM/CMM-Plutargo Botelho



Projeto de emenda a Lei Orgânica do Município de Manaus (Loman) estabelece garantias para que a população indígena residente na capital amazonense possa manter sua tradição cultural, com o município ficando responsável pela criação de um sistema educacional que deverá ser ministrado de forma intercultural e bilíngue.  A proposta de emenda é do vereador Waldemir José (PT).
O vereador entende que é importante o resgate dessas populações, com o município reconhecendo seu valor histórico e cultural, protegendo seus direitos e proporcionando as condições que permitam que as várias etnias, que hoje formam comunidades em Manaus, possam manter suas culturas e viver com dignidade. Fazem parte dessas comunidades, índios de tribos como Tikuna, Sateré-Mawe, Waikiru, Yapurahi, Barés, Cokama e Yambe.
“Apesar do Amazonas concentrar uma grande parcela da população indígena brasileira, nenhum dos capítulos da Loman trata especificamente desse assunto, é como se esse contingente da população não existisse ou que não tivesse direitos”. “A influência indígena na nossa cultura é inquestionável”, acrescentou o vereador petista. O projeto de emenda à Loman cria o artigo 370-A, que está incluído no capítulo IV que trata das “Políticas Cultural e Educacional, do Desporto e do Lazer e da Questão indígena”.  
O parágrafo primeiro do artigo 370-A especifica, por exemplo, que o Poder Público Municipal estabelecerá projetos especiais com vistas a valorizar a cultura indígena como parte da vida cultural do Município. Já o parágrafo quarto determina que ficam asseguradas às comunidades indígenas proteção e assistência social, socioeconômica e de sua saúde, e o parágrafo seis garante que o Município promoverá e valorizará as sociedades indígenas no sistema público de ensino.

Quem sou eu

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Manaus, Amazonas, Brazil
Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.