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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Depois de mais uma cobrança Prefeitura decide convocar administrativos da Semed

Vereador Waldemir José - PT 

 Em reunião com o secretário municipal de Administração, José Antonio Ferreira Assunção, o vereador Waldemir José (PT) recebeu a garantia de que no próximo dia 29 será publicado um edital convocando cerca de 119 aprovados no concurso da Secretaria municipal de Educação – Semed. Eles serão nomeados para o cargo de técnicos administrativos.
Na reunião, Waldemir José estava acompanhado por uma comissão de concursados que reclamavam que, além da demora para a convocação dos aprovados, a Prefeitura estava deixando de fora 119 aprovados no concurso para técnico administrativa da Semed. José Antônio Assunção ligou então para o secretário municipal de Educação, Mauro Lippi, depois de obter as informações, anunciou a publicação do edital convocando os aprovados.
A luta de Waldemir José para que todos os aprovados nos concursos da Prefeitura sejam nomeados começou ainda no mês de setembro quando um grupo de concursados buscou apoio. No dia 11 de setembro foi realizada a primeira reunião com José Antônio Assunção e no final do mês de setembro os aprovados começaram a ser chamados. No dia 2 de outubro, Waldemir José voltou a cobrar na Tribuna da Câmara Municipal de Manaus nomeação dos aprovados no concurso da Secretaria Municipal de Saúde – Semsa.
Na tarde do dia 3 de outubro foi publicada no Diário Oficial do Município a relação dos nomes de 777 aprovados no concurso da Semsa. Os primeiros a serem chamados foram os concursados do Instituto Municipal de Planejamento Urbano – Implurb e da Secretaria Municipal de Educação – Semed. Falta ainda a convocação dos aprovados nos concursos das secretarias municipais de Meio Ambiente – Semmas, Assistência Social e Direitos Humanos – Semash e de Desporto e Lazer e de Saúde.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vereador cobra presença da Alfredo Paes na CMM para explicar finanças da Prefeitura

Vereador Waldemir José - PT.Foto; Plutarco Botelho
 
O secretário municipal de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação, Alfredo Paes terá que comparecer à Câmara Municipal de Manaus – CMM para explicar as denúncias de que a Prefeitura estaria sem recursos para pagar os fornecedores e os prestadores de serviços. Um requerimento de autoria do vereador Waldemir José (PT) cobrando a presença do secretário começou a tramitar na Câmara.
A preocupação, segundo o vereador, é que faltando menos de 90 dias para término da atual gestão municipal, começam a aparecer denúncias de que apenas os “amigos” estariam conseguindo receber os débitos. Os demais fornecedores e prestadores de serviço estariam aguardando uma posição oficial da Prefeitura. “Precisamos saber a situação da saúde financeira da Prefeitura, saber se essas denúncias procedem”, disse Waldemir José.
“Por essa razão é importante a vinda do secretário Alfredo Paes a Câmara, ele tem que explicar se a Prefeitura tem capacidade de honrar seus compromissos financeiros”, acrescentou o vereador petista. Apesar das argumentações, o vereador Wilker Barreto (PHS), um dos líderes do prefeito Amazonino Mendes (PDT) na Câmara, pediu vistas do requerimento, esperando, com isso, parar a tramitação do documento e evitar que o secretário dê explicações à sociedade.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Diretor da Águas do Brasil será convocado pela CPI



Vereador Waldemir José na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Água)

O diretor geral da concessionária Águas do Brasil, Cláudio Abduche, terá que comparecer perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Água) para prestar esclarecimentos sobre o contrato firmado com a Prefeitura para administrar o sistema de captação, tratamento e distribuição de água em Manaus. O requerimento convocando o diretor da concessionária será protocolado na segunda-feira (21) pelo vereador Waldemir José (PT).
O vereador é de opinião que muita coisa ficou sem explicação nesse processo de mudança de empresas para administrar o sistema de água e de esgotamento sanitário. Falta explicar o projeto da empresa para fazer chegar água tratada nas casas das zonas Norte e Leste, que são as áreas de maior carência de água na cidade. Waldemir José adianta também que está reiterando o pedido para que o prefeito Amazonino Mendes compareça à CPI para prestar esclarecimentos sobre o sistema de distribuição de água.
Se agora existe a possibilidade de levar água de forma imediata para as famílias que moram nas zonas Leste e Norte, porque isso não foi feito antes, será que foi apenas falta de recursos da Águas do Amazonas, difícil acreditar”. Waldemir José disse, ainda, que o prefeito precisa explicar qual a manobra encontrada para Prefeitura para fazer a troca das empresas. “Se essa possibilidade existia, porque não foi feita antes, porque esperar quase quatro anos para amenizar o problema da falta de água na cidade”, questionou Waldemir José.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Vereador vai solicitar investigação do PME sobre a falta de investimentos no sistema de transporte

Vereador Waldemir José - PT. Foto: Sérgio Oliveira
Sete meses depois da entrada em vigor da tarifa de ônibus no valor de R$ 2,75, sem que haja uma melhora no sistema de transporte coletivo, o vereador Waldemir José (PT) decidiu encaminhar uma representação ao Ministério Público Estadual solicitando uma investigação para saber o que está sendo feito dos R$ 0,05 que deveriam ser repassados para a Prefeitura pelas empresas de transporte. Somados, esses recursos chegam atualmente a R$ 7,875 milhões.
Em resposta a um requerimento do vereador Waldemir José cobrando explicações sobre a aplicação desses recursos, a Prefeitura respondeu, por ofício, que até o momento não recebeu nenhum centavo das empresas concessionárias de transporte público. “Acreditando que a Prefeitura esteja dando uma informação correta, as empresas concessionárias estão cometendo uma falta grave ao descumprir o que diz o contrato de concessão”.
De acordo com o edital que fixou a nova tarifa de ônibus e Manaus, de cada passagem de ônibus no valor de R$ 2,75, as empresas deveriam repassar para a Prefeitura R$ 0,05 que criaria o Fundo Municipal de Transporte Público. Esse dinheiro seria aplicado na melhoria do sistema de transporte urbano. A questão é a proposta para criação do Fundo ainda está tramitando na Câmara Municipal de Manaus.
“Entendemos, porém, que mesmo que o Fundo ainda não tenha sido criado oficialmente, os recursos gerados pela cobrança de R$ 0,05 poderiam ser depositados em juízo, já que o repasse está previsto no contrato de concessão. por outro lado, vamos cobrar que a Câmara apresse a tramitação e votação do projeto 176 de 2011 que trata da criação do Fundo Municipal de Transporte”, destacou o vereador.





sexta-feira, 4 de maio de 2012

Vereador diz que Águas do Amazonas não tem interesse em adotar Política Social

Foto: Plutargo Botelho
 
 
Ao analisar os documentos encaminhados para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o contrato de concessão dos serviços de água, o vereador Waldemir José (PT) chegou à conclusão que a Águas do Amazonas não tem interesse em implantar uma política social que possa atender a população de baixa renda, sendo essa uma das causas para a inadimplência no setor. A Organização Mundial de Saúde recomenda um comprometimento de até 5% da renda familiar como pagamento da conta de água.
Na avaliação do vereador, pela atual política da empresa, a parcela da população com renda de até quatro salários mínimos tem dificuldade de comprometer 5% de sua renda com o pagamento da conta de água. De acordo com dados da própria empresa, é cobrando R$ 2 pelo consumo de até dez metros cúbicos de água, a partir dai o valor aumenta de forma escalonada. Estudos realizados pela Águas do Amazonas dão conta de que a parcela da população que consume até dez metros cúbicos de água é bem significativa.
Estudos apontam também que em 70,2% das moradias de Manaus o consumo não supera os 20 metros cúbicos de água. “Ao analisar esses números percebe-se que a empresa tem pouco interesses em investir para atender a população dos bairros das zonas Norte e Leste, onde o consumo é inferior a 20 metros cúbicos de água, é claro que a empresa optou em investir onde obtém mais lucro”. Na avaliação de Waldemir José, os investimentos feitos peloC deveriam servir base para que a empresa aumentasse seus investimentos, atendendo de forma mais eficiente os moradores das zonas Norte e Leste.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Parlamentares do PT querem que MPE Investigue contrato da Delta com Governo

Os parlamentares Waldemir José  e José Ricardo

Os contratos para aluguel de veículos que serão utilizados no programa Ronda nos Bairros, que somam mais de R$ 143,8 milhões (143.851.323,08), deverão ser investigados pelo Ministério Público Estadual. Uma representação será encaminhada pelo vereador Waldemir José e pelo deputado estadual José Ricardo Wendling, ambos do PT. A questão é que o Consórcio DPV que ganhou o contrato é encabeçado pela Construtora Delta, que aparece envolvida no caso de lavagem de dinheiro de jogos ilegais.
O vereador lembra que a construtora tem quatro contratos assinados com o Governo do Estado por intermédio da Secretaria de Estado de Segurança Pública. O primeiro contrato para aluguel de 252 veículos equipados com equipamentos embargados, no valor superior a R$ 103,1 milhão, outro contrato para aluguel de 66 viaturas tipo SUV sem equipamentos embargados, um contrato de locação de veículos tipo “Station Wagon” com cela, rádio e comunicação, sinalizador e rastreador, e mais um contrato para disponibilizar veículos tipo picape cabine dupla, com rádio, sinalizador, rastreador e grafismo.
Vale lembrar que a Construtora Delta se registrou na Junta Comercial do Amazonas com tendo atividade econômica na área de construção de rodovias e ferrovias. “De forma alguma se está questionando a qualidade e eficiência do Programa Ronda nos Bairros, mas nosso papel é fiscalizar a utilização dos recursos públicos e é isso que estamos fazendo ao entrar com representação no Ministério Público pedindo investigação sobre os contratos com a Construtora Delta”. A validade desses contratos é de 36 meses.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Acesso a rede de esgoto custará R$ 350 a moradores do Nova Vitória

Vereador Waldemir José e moradores do bairro Nova Vitória em audiência nas SEINFRA
Moradores do bairro Nova Vitória, zona Norte, que há um mês estão sem água tratada em suas casas, receberam a informação de que a tubulação de águas servidas de suas casas terá que ser integrada a rede de esgoto instalada no local, para isso cada morador terá que pagar R$ 350. Isso vai acontecer tão logo o sistema de distribuição de água e esgotamento sanitário, construído com recursos públicos, seja repassado para a empresa Águas do Amazonas.
A denúncia foi feita pelo vereador Waldemir José (PT), destacando que a trama conta os moradores do Nova Vitória está sendo armada na surdina, uma vez que o sistema de distribuição de água e a rede de esgotamento sanitário foram construídos com recursos do Governo do Estado e do Governo Federal. O vereador adiantou que foi informado por técnicos da Secretaria Estadual de Infraestrutura que o sistema está sendo preparado para ser repassado para a Prefeitura de Manaus que repassará para a empresa Águas do Amazonas.
“Foi empregado dinheiro público para a instalação de todo o sistema de distribuição de água e esgotamento sanitário, mesmo assim os moradores terão que pagar para utilizar a rede de esgoto, o dinheiro público foi utilizado, inclusive, para construir um sistema de tratamento de esgoto”. Waldemir José adiantou que vai sugerir à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que  investigará o contrato de concessão dos serviços de água e esgotamento sanitário de Manaus, que faça o acompanhamento desse processo, para evitar que os moradores do Nova Vitória paguem para ter acesso a um sistema construído com dinheiro público.




segunda-feira, 19 de março de 2012

Waldemir garante que CPI da Água não acabará em pizza



Fotografia: DICOM/Plutatgo Botelho


Ao rebater as críticas dos opositores da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o contrato de concessão dos serviços de água, o vereador Waldemir José (PT) destacou que quem fala que tudo vai terminar em pizza demonstra que está mal intencionado e que não deseja trabalhar pelo bem da população. “Os membros da CPI ainda nem foram escolhidos e já estão criticando, não quero nem imaginar o que vão fazer quando a Comissão começar a trabalhar”, disse o vereador.
Ironicamente, as críticas partem principalmente dos aliados do prefeito Amazonino Mendes (PDT) que já declarou que quer a CPI. De acordo com esses vereadores, a Câmara Municipal Manaus (CMM) vai gastar cerca de R$ 300 mil para viabilizar uma CPI que vai terminar em pizza. “Estão condenando um trabalho que nem começou, falando de valores que não se tem certeza que serão gastos, estão, na verdade, parecendo papagaios de pirata repetindo o que alguém falou, sem ter a real consciência do que significa”, destacou Waldemir José. “Estão com medo de que?”, questionou.
Na avaliação do vereador, a conclusão de toda e qualquer CPI é o resultado do trabalho dos membros da Comissão. Ou seja, se trabalharem sério e de forma transparente, chagarão a um resultado bom para a população. No caso da CPI da Água, explica o vereador, os membros da Comissão não terão outra saída senão trabalhar muito para encontrar o gargalo do sistema de distribuição de água, “saber o porquê dos investimentos feitos no sistema não chegarem a toda a população”.
“Com esse resultado, a Comissão vai poder indicar caminhos para que a Prefeitura e o Governo do Estado possam implementar ações para que a distribuição de água seja universalizada e todos os moradores de Manaus tenham o direito de ter água em suas casas”, explicou o vereador. O petista disse, ainda, que os trabalhos da CPI vão encerrar no período em que a campanha eleitoral estará começando, “portanto os membros da Comissão devem estar atentos e fazer um bom trabalho, porque a população vai está atenta a tudo isso”

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Waldemir José cobra explicações de Marcos Cavalcante sobre acusações


Foto: Sérgio Oliveira/CMM

Por solicitação do vereador Waldemir José (PT), o superintendente municipal de transportes urbanos, Marcos Cavalcante, deve comparecer a Câmara Municipal de Manaus (CMM) para esclarecer sobre acusações de  vendas de vagas no sistema de transporte executivo. O vereador apresentou requerimento cobrando a presença do superintendente da SMTU na Câmara.
O vereador explicou que as denúncias de irregularidades têm como base informações do Promotor Fábio Monteiro, que, ao investigar denúncias feitas por permissionários dos transportes executivos ao Ministério Público, concluiu que existem indícios muito fortes de que Marcos Cavalcante está envolvido em ações irregulares. No ano passado, os permissionários apresentaram denúncia nesse sentido no plenário da Câmara, mas naquele momento nada foi feito.

Quem sou eu

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Manaus, Amazonas, Brazil
Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.