terça-feira, 3 de maio de 2011
INVESTIGAÇÃO SOBRE AS EMPRESAS DE ÔNIBUS
Diante da denúncia de que as mesmas empresas de ônibus vão continuar a operar o sistema, o vereador Waldemir José vai requerer da Prefeitura de Manaus documentos relativos à razão social das empresas que prestam serviço hoje no sistema de transporte coletivo e das empresas vencedoras da licitação em 2011, bem como de seus proprietários.
Caso seja negado, o vereador irá pedir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a suspeita de licitação simulada ocorrida no transporte coletivo.
O presidente da Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU), Marcos Cavalcante, afirmou que três das empresas da Transmanaus, que gere o sistema hoje, se desligaram do consórcio para participar da nova licitação: City Transportes, Líder Transportes e Via Verde.
Em dezembro de 2010, a Prefeitura fez aviso da abertura da concorrência pública para concessão da exploração de linhas de transporte coletivo urbano por ônibus na cidade de Manaus.
No dia 16 de dezembro de 2010 foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) o início do processo de seleção das empresas interessadas em participar. Das 37 empresas que adquiriram o edital para a nova licitação do transporte coletivo, apenas 09 participaram da concorrência pública porque apresentaram, dentro do prazo, a principal garantia exigida pelo edital – o depósito de 0,2% do valor do contrato referente ao lote que pretendem disputar.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Índios Serão Incluídos na Lei Orgânica de Manaus
A Poder Público local ignora legislação sobre a questão indígena. Pensando nisso, o vereador Waldemir José (PT) está propondo a criação de uma seção específica sobre as causas indígenas dentro da Lei Orgânica do Município de Manaus (Loman). A ideia dar ordenamento jurídico e cidadania a essa população formada por 30 mil índios que moram em favelas, invasões, aldeias da capital, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O vereador se baseou na Lei Orgânica de Porto Alegre (RS), município que embora tenha a maior parte da população composta por imigrantes europeus e poucas etnias indígenas como os Guarani, ainda sim valoriza a questão indígena.
“Bem diferente da cidade de Manaus que sequer faz menção aos índios da cidade. Logo Manaus que tem nome e origem indígena”, pontuou o parlamentar.
Para o vereador, a inclusão da Gestão Indígena na Loman pode trazer à luz o debate sobre os direitos dos índios que habitam a cidade de Manaus.
“É só olhar nos jornais da cidade para constatarmos como os índios ainda são marginalizados pelo Poder Público. Esse é um maneira de inseri-los como cidadãos residentes de Manaus, patrocinados de direitos e serviços públicos. É uma injustiça histórica excluí-los deste processo”, completou o vereador.
Nessa linha, Waldemir José também fez um indicativo à Prefeitura de Manaus para a criação da Secretaria Municipal de Assuntos Indígenas (Semai), nos moldes da Secretaria de Estado de Assuntos Indígenas (Seind).
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Waldemir solicita laudo técnico sobre Terminal Pesqueiro de Manaus
O vereador Waldemir José está solicitando na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) laudo técnico de especialistas sobre as reais condições estruturais do terminal pesqueiro. Há denúncias de rachaduras na estrutura do terminal que podem comprometer a segurança no local, fato que se agrava pelo histórico de desmoronamento nesse espaço.
Além disso, o vereador cobrou da aprovação do requerimento na Câmara Municipal de Manaus (CMM) que pede audiência pública para tratar do tema.
No início deste mês, o prefeito Amazonino Mendes declarou que o terminal não mais servia, durante a visita da Ministra da Pesca, Ideli Salvati.
A construção desse terminal que custou R$ 14 milhões foi iniciada em 2006, na então administração do prefeito Serafim Corrêa, previsto para ser entregue em 2007, prazo que não se concretizou. Em 2009, o prefeito Amazonino Mendes prometeu concluir a obra, mas, até agora, o terminal não foi entregue, mesmo com a suplementação de R$ 5 milhões.
O terminal pesqueiro foi idealizado, sem sucesso pela Superintendência de Desenvolvimento da Pesca (Sudepe), em 1976; pela Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), em 1982; e pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em 1995.
Além disso, o vereador cobrou da aprovação do requerimento na Câmara Municipal de Manaus (CMM) que pede audiência pública para tratar do tema.No início deste mês, o prefeito Amazonino Mendes declarou que o terminal não mais servia, durante a visita da Ministra da Pesca, Ideli Salvati.
A construção desse terminal que custou R$ 14 milhões foi iniciada em 2006, na então administração do prefeito Serafim Corrêa, previsto para ser entregue em 2007, prazo que não se concretizou. Em 2009, o prefeito Amazonino Mendes prometeu concluir a obra, mas, até agora, o terminal não foi entregue, mesmo com a suplementação de R$ 5 milhões.
O terminal pesqueiro foi idealizado, sem sucesso pela Superintendência de Desenvolvimento da Pesca (Sudepe), em 1976; pela Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), em 1982; e pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em 1995.
Vereador cobra providências do MPE sobre tarifa de ônibus e reformas de escolas
No último dia 19, o executivo municipal publicou no Diário Oficial do Município o valor da tarifa em R$ 2,75 a partir do mês de junho,tão logo comece a chegar novos ônibus. Na representação o vereador questiona a falta de transparência no estudo da tarifa atual. “A tarifa do transporte coletivo continua sendo uma caixa preta que nem o legislativo e a população conhecem os valores reais”, disse.
REFORMA DE ESCOLAS
Em outra representação, Waldemir José pede ao MPE que promova investigação e cobre da PMM o cumprimento da Lei 645/2002 que proíbe reformas de escolas municipais em período letivo. No documento entregue ao MPE o vereador informa que existem 30 escolas que ainda não começaram o ano letivo, prejudicando mais de 30 mil alunos. “É um absurdo crianças sem estudar por falta de planejamento e irresponsabilidade dos administradores da educação da cidade de Manaus”, ressaltou.
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Quem sou eu
- Waldemir José PT
- Manaus, Amazonas, Brazil
- Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.


