Páginas Adicionais

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Waldemir José inicia abaixo-assinado para plebiscito da água

Colete do abaixo-assinado nas praças, feiras e bairros da cidade de Manaus

Tribuna popular nas comunidade de São Sebastião


O vereador Waldemir José (PT) está percorrendo bairros, feiras, terminais de ônibus e outros locais públicos com um novo desafio: coletar 60 mil assinaturas para pressionar a Câmara Municipal de Manaus (CMM) a colocar em votação a proposta de “Plebiscito da Água”, protocolado em 18 de julho.

A meta da vez segue os mesmos moldes das 61.578 assinaturas que reforçaram o pedido da CPI da Licitação do Transporte Coletivo, entregues em agosto desse ano. O número corresponde a 5% do eleitorado de Manaus, utilizado como parâmetro para apresentar projetos de iniciativa popular. No entanto, o abaixo-assinado funciona mais como pressão popular, uma vez que não está contido no Regimento Interno da CMM.

A coleta do abaixo-assinado está contando com ajuda da Cáritas, da Igreja Católica; do Sindicato dos Urbanitários do Amazonas; de movimentos estudantis; entre outros.

O desafio começou ontem (3 de novembro) pela Feira do Produtor, Jorge Teixeira, Zona Leste, e hoje foi realizado um mutirão no bairro de Petrópolis, Zona Sul, base política do vereador.

Rito legal

O plebiscito terá como base os artigos 16, 23 e 68 da Lei Orgânica Municipal (Loman) e artigo 14, inciso I da Constituição Federal, para que os eleitores do município de Manaus decidam a respeito da decretação ao não da caducidade da concessão de água.

Aos eleitores será dirigida a seguinte pergunta: “A Prefeitura de Manaus deve permitir a continuidade da concessão conferida à Águas do Amazonas?”, cuja resposta será SIM ou NÃO.

Será vencedora a alternativa que for aprovada por maioria simples dos votos computados como válido, excluídos os votos em branco, de acordo com o resultado homologado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O quórum para avaliar o resultado desta consulta será de cinquenta por cento de eleitores do município de Manaus, registrados pelo TRE.

O plebiscito que trata a proposta de decreto legislativo deverá ser realizado em 90 dias após a sua aprovação, cabendo ao TRE do Amazonas organizar todas as etapas até o resultado final.

Como argumentos, Waldemir José sustenta:

·         Que a Águas do Amazonas não cumpriu com as metas estabelecidas segundo relatórios da Arsam (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas);
·         Questões como a tarifa social jamais fora efetivada pela concessionária;
·         Os investimentos na expansão no sistema de abastecimento de água foram feitos pelo setor público e não pela empresa;
·         O plebiscito proporcionará o debate a respeito de como deve ser a gestão da água em Manaus;
·         A presença do setor privado na exploração do serviço de água está sendo reprovada em várias partes do mundo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Waldemir propõe audiência pública sobre resolução que trata do abastecimento de água


O vereador Waldemir José (PT) está propondo uma audiência pública com os representantes da Agência Reguladora do Amazonas (ARSAM), Conselho Estadual de Regulamentação e Controle dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (CERCON), Ministério Público do Estado (MPE), trabalhadores e usuários do serviço de água e esgoto para debater a Resolução 01/2011, do CERCON. Waldemir acredita que a resolução só favorece a empresa Águas do Amazonas, que não presta serviços adequados e nem cumpre as metas contratuais. Ele vê a necessidade de voltar ao Poder Público Municipal a captação e distribuição do serviço da água em Manaus.
Segundo o vereador, a decisão do Cercon é um presente para a empresa Águas do Amazonas que em agosto foi multada em R$ 2,3 milhões por não efetivar o contrato de concessão. “Depois do castigo do reajuste da tarifa de ônibus que privilegiou os empresários, agora a população  pode sofrer um novo castigo com o favorecimento dado a empresa Águas do Amazonas”, disse.
A resolução foi publicada no Diário Oficial, do dia 27.10.2011, que afirma que “toda edificação pública ou privada, permanente urbana, residencial, uni ou multifamiliar, condominial, comercial, industrial situada em área onde houver sistemas públicos de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário disponíveis, deverá, obrigatoriamente, conectar-se aos sistemas públicos referidos, por força do disposto no artigo 45, da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007”.
No entanto, a resolução o Cercon não citou os deveres das empresas concessionárias contida na legislação. A lei 11.445/2007, denominada de Lei do Saneamento, no seu artigo 43 -  obriga que  a prestação dos serviços de água e esgotamento atenderá a requisitos mínimos de qualidade, incluindo a regularidade, a continuidade e aqueles relativos aos produtos oferecidos, ao atendimento dos usuários e às condições operacionais e de manutenção dos sistemas, de acordo com as normas regulamentares e contratuais.
Waldemir observou que os investimentos no setor estão sendo feitos amis pela iniciativa pública, ao invés da privada. O Governo do Estado e Prefeitura de Manaus realizaram dívidas de R$ 232 milhões para realizar serviços e resolver problemas da falta de água em Manaus.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estudantes apoiam CPI do Transporte na CMM e reivindicam redução da tarifa


Concentração dos estudantes 

Fotos: Plutargo Botelho

Foto:Plutargo Botelho

Waldemir apresenta fotos tiradas na Eucatur
Estudantes protestam sobre a tarifa abusiva da passagem de ônibus

Estudantes realizaram, nesta amanhã, manifestação contra o reajuste da tarifa do transporte coletivo e em prol da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para investigar licitação do transporte coletivo. O vereador Waldemir José (PT) apoiou a manifestação dos estudantes e intermediou um compromisso da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante reunião na presidência, de ingressar com uma ação na justiça contra majoração da passagem. Cerca de 3 mil estudantes secundaristas e universitários acamparam em frente à CMM, desde às 8h.

Para o vereador, esse movimento é uma materialização da insatisfação que tem na sociedade contra a Prefeitura de Manaus. “O prefeito Amazonino Mendes está agindo de forma autoritária com relação à tarifa, ouvindo só os empresários, mas esquecendo que a população paga o preço de um serviço caro e de péssimo. A tarifa aumentou, mas a precariedade continua”, ressaltou o vereador.

A passagem do ônibus convencional aumentou 22,2%, passando de R$ 2,25 para R$ 2,75. Já a tarifa dos ônibus executivos sofreu reajuste de R$ 3,00 para R$ 5,50.

Repúdio

Hoje, Waldemir José deu entrada numa Moção de Repúdio ao prefeito Amazonino Mendes pelo aumento abusivo da tarifa de transporte coletivo e pela sua ausência de Manaus no dia 24 de outubro, data em que a cidade comemorava 342 anos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Waldemir José vai ao MPE pedir intervenção no sistema de transporte

waldemir_plenario.jpg
O vereador Waldemir José (PT) irá hoje, às 15h, ao Ministério Público do Estado (MPE) ingressar com uma representação pedindo intervenção da Prefeitura de Manaus no Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetran), depois que os empresários ameaçaram retirar de circulação 500 ônibus e anunciaram a demissão em massa 600 funcionários em protesto pela manutenção da passagem a R$ 2,25. 

O documento é subscrito pelos vereadores Ademar Bandeira (PT), Reizo Castelo Branco (PTB), Elias Emanuel (PSB), Lúcia Antony (PCdoB), Cida Gurgel (PRP), Joaquim Lucena (PSB) e Vilma Queiroz (PTC).

A representação pede que os responsáveis por um eventual caos no sistema de transporte sejam penalizados criminalmente, caso as empresas retirem os ônibus de circulação e o chefe do Executivo não tome providências.

Hoje pela manhã, Waldemir na Câmara Municipal de Manaus (CMM)  formalizou administrativamente uma indicação para que a Prefeitura de Manaus possa intervir no sistema de transporte coletivo.

Ele se baseia no artigo 187 da Lei Orgânica do Município (Loman), que prevê a intervenção pelo Poder Executivo de 90 dias, quando as empresas deixarem de desenvolver suas atividades de forma satisfatória ou quando houver prejuízo à população.

“É um absurdo que além de se pagar uma tarifa cara e ser atendido por um péssimo serviço, o povo ainda pode ficar sem os ônibus. Isso é arbitrário e cheira à sabotagem”, disse o vereador de oposição.

Waldemir foi autor da ação civil pública que resultou na liminar que suspendeu o aumento da tarifa de ônibus, na última sexta-feira, e também é proponente da CPI da Licitação do Transporte.

Quem sou eu

Minha foto
Manaus, Amazonas, Brazil
Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.