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| Fonte: Jornal Acrítica - 30.03.2015. |
segunda-feira, 30 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Waldemir realiza fiscalização nas escolas municipais do Mauzinho
Mais uma
etapa de fiscalização nas escolas municipais da capital foi realizada na tarde
desta terça-feira (24). Desta vez as escolas visitadas foram Padre Luís Ruas e
Poeta Joao Cabral de Melo Neto, localizadas no bairro Mauazinho. Na visão
do parlamentar, a situação da educação nos bairros da periferia da cidade é tão
precária quanto das comunidades ribeirinhas.
Durante a
fiscalização na escola Padre Luís Ruas, um dos piores problemas que Waldemir
José encontrou foi lixo acumulado nas proximidades do prédio da escola, que
resultou no aparecimento de caramujos e cobras, obrigando a desativação do playground.
Fora esse
problema, ainda há as alagações das salas de aula quando chove devido aos
inúmeros buracos no teto da escola e, de acordo com funcionários que não
quiseram se identificar, nos últimos anos têm faltado uniformes, material
escolar e livros didáticos.
Além
disso, outro problema grave encontrado foi um tanque de água sem cobertura, o
que pode acarretar em proliferação da dengue.
Já na
escola João Cabral de Melo, o prédio da escola é alugado pela Prefeitura e as
salas de aula são pequenas e não comportam de forma adequada os 760 alunos, que
são do 1º ao 5º ano; falta acessibilidade aos cadeirantes; a iluminação não é
adequada; falta local para prática de esportes; o telecentro não está em
funcionamento e os professores se queixam da falta da Hora de Trabalho
Pedagógica (HTP).
“É
lamentável o tratamento que a Prefeitura dá à educação do município, por isso
defendo a instalação imediata da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para
investigar os problemas das escolas”, disse Waldemir.
Assessoria de Comunicação
Jane Coelho
8821-2885/3303-2843
janercazevedo@yahoo.com.br
Jane Coelho
8821-2885/3303-2843
janercazevedo@yahoo.com.br
Projeto que institui o Dia Municipal de Moradia Popular vai à sanção do prefeito
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Projeto
de Lei N. 215/14 que institui o Dia Municipal de Moradia Popular –
Fotografia: Robervaldo Rocha/DIRCOM/CMM
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O Projeto de Lei N. 215/14, que
institui o dia 19 de fevereiro como o Dia Municipal de Moradia Popular, de
autoria do vereador Waldemir José (PT), foi aprovado pela Câmara Municipal de
Manaus (CMM) nesta terça-feira (24) e foi encaminhado para sanção do prefeito.
A escolha do sai 19 de
fevereiro foi motivado por ter sido neste em que, em 2011, após duas crianças e
uma mulher que moravam em um casebre situado em uma área de risco à beira de um
igarapé, entre as comunidades Santa Marta e Rio Piorini, morrerem ao serem
atingidas por um deslizamento de terra depois de uma forte chuva.
Essa tragédia extrapolou os
noticiários locais e ganhou as mídias nacionais e até internacionais, quando o
prefeito da época, Amazonino Mendes (PDT), ao visitar a localidade e solicitar
aos moradores que saíssem da área de risco e, ouvindo de uma moradora que dizia
não ter para onde ir, Amazonino então disse para a senhora “então
morra!”.
Para Waldemir José, o objetivo
desse projeto não é lembrar a tragédia, mas faz com que o Poder Público, nesse
dia, avalie suas ações a respeito das politicas de moradia. “Esse episodio
mostrou o que a Prefeitura pensa a respeito da moradia popular. Segundo esses
gestores a solução é morrer ao invés de fazerem investimentos em moradias digna
para população mais carente”, disse o parlamentar.
Além disso, Waldemir avalia que
a cidade de Manaus tem um déficit habitacional de 105 mil moradias e, segundo o
Serviço Geológico do Brasil (CPRM), existem cerca de 130 mil famílias que moram
em área de risco e 27 mil estão em áreas de altíssimo risco e a Prefeitura
quase nada faz para resolver a falta de moradia.
“Acredito que as indústrias
também têm responsabilidade sobre isso quando pagam mal seus funcionários, não
lhes dando condições para aquisição de uma casa própria”, afirmou Waldemir,
destacando que a maioria dessas pessoas que moram em áreas de risco são
funcionárias do Polo Industrial de Manaus e que existem cidades brasileiras que
atuam em conjunto com a iniciativa privada para resolver o problema de moradia
da população.
Waldemir solicita do Poder Público o cumprimento da Tarifa Social de água e esgoto
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| Vereador Waldemir José - PT - Fotografia: Tiago Correa/CMM |
No próximo dia 4, o Decreto N.
2.6748, de autoria do Executivo Municipal, que deveria beneficiar as famílias
carentes da cidade com a tarifa social da água, completará 1 ano. No entanto,
até hoje apenas 5 famílias foram beneficiadas com esse direito.
Por conta disso, o vereador
Waldemir José (PT) usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã
desta terça-feira (24), para solicitar que Poder Público cobre da Empresa
Manaus Ambiental o cumprimento imediato desse decreto, tendo em vista que é uma
Lei que não está sendo cumprida. “A água não pode ser tratada como mercadoria.
Ela é um direito de todos”, disse o parlamentar afirmando que nenhuma ação foi
afeita para obrigar a implantação do benefício.
Ele lembrou também que a Tarifa
Social, criada durante o Governo do ex-presidente Lula como item da Lei de
Saneamento Básico, é uma redução na conta de usuários de baixa renda, podendo
representar uma economia de até 40% no valor das tarifas de água e esgoto para
as famílias beneficiadas.
Apesar disso, segundo o
parlamentar, no site da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do
Amazonas (Arsam) não há nenhuma referência sobre como se habilitar à tarifa
social e nem mesmo no Manual de Prestação de Serviço e Atendimento ao
Consumidor.
Por esses motivos, Waldemir
José anunciou que fará uma indicação à Prefeitura para incluir em sua
publicidade institucional o direito da população à tarifa social. Ele
apresentará também um Projeto de Lei responsabilizando a concessionária pela
obrigação em divulgar os critérios de adesão ao benefício na fatura mensal e em
meios de comunicação.
Além disso, ele fará uma visita
à Defensoria Pública do Estado para fazer valer o direito dos moradores da
cidade de Manaus à Tarifa Social; e também entrará com representação junto ao
Ministério Público (MPE/AM) solicitando que seja instaurado procedimentos
judiciais para responsabilizar a Concessionária, a Prefeitura e a Arsam pelo
descumprimento do contrato de concessão.
Assessoria de Comunicação
Jane Coelho
8821-2885/3303-2843
janercazevedo@yahoo.com.br
terça-feira, 24 de março de 2015
Em meio à crise na Semed, Waldemir solicita assinaturas para instalação da CPI das escolas municipais
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| Vereador Waldemir José - PT / Fotografia: Tiago Corrêa/CMM |
Diante da
crise política e de gestão que assola a Secretaria de Educação do Município
(Semed), o vereador Waldemir José (PT) usou tribuna da Câmara Manaus (CMM)
nesta segunda-feira (23), para solicitar aos demais parlamentares que assinem o
pedido de CPI para apurar as causas e os responsáveis pelo abandono das escolas
ribeirinhas.
De acordo
com Waldemir, a SEMED possui um
orçamento no valor de R$1,2 bilhão, no entanto, vive uma crise de gestão e de
política. “A Semed não consegue produzir um plano de educação para
Manaus. Professores insatisfeitos com os salários, falta merenda escolar, falta
fardamentos, falta água potável, existem escolas que ainda são de madeiras e
com problemas graves de manutenção. Sem falar nos assaltos que viraram rotinas
em algumas escolas do município”, disse.
Ele
lembrou também, que essa crise vem se agravando há anos. Como exemplo citou que
o ex-subsecretário Deusamir Pereira saiu porque disse que o aluguel de imóveis
que funcionam como escolas municipais são superfaturados e custam aos cofres do
município aproximadamente R$29 milhões por ano e que Pauderney Avelino, também
ex-secretário da Semed, só ficou na secretária para continuar sendo
deputado federal.
“Há muito
descaso com a educação do município e nada é feito para mudar essa realidade,
basta relembrarmos os escândalos ocorridos no passado envolvendo a Semed.
Segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), a compra de gibi para as escolas
de ensino fundamental foi superfaturada e o aluguel dos prédios também, e o último
secretário deixou o sistema de educação ainda pior, sobretudo as escolas
ribeirinhas”, declarou Waldemir José.
Por isso,
ele acredita que a instalação da CPI é importante para esclarecer e resolver os
problemas da educação, principalmente das escolas ribeirinhas que estão em
total abandono.
Além da
solicitação de assinaturas no pedido da CPI, o parlamentar anunciou também que
convocará a nova secretária da SEMED, Kátia Schweickardt, para debater em
Audiência Pública no plenário o Plano Municipal de Educação e o Plano de
Cargos, Carreiras Salários dos professores e servidores da Semed.
* Foto:
Tiago Correa
segunda-feira, 23 de março de 2015
Waldemir realiza o sétimo ciclo de fiscalização nas comunidades ribeirinhas e constata mais descaso com a educação e saúde nessas localidades
| Vereador Waldemir José em fiscalizações nas Unidades Básicas de Saúdes nas comunidades rurais. |
Falta
de merenda escolar, telecentro sem funcionamento por falta de manutenção nos
computadores, estruturas de madeira e falta de professores e, também, a falta
de postos de saúde foram alguns dos problemas encontrados pelo vereador
Waldemir José (PT) durante a realização do sétimo ciclo de fiscalização nas
comunidades ribeirinhas, nesta quinta-feira (19). Nessa etapa as comunidades
Nova Esperança do Apuaú, Nova Aliança do Apuaú e Santa Izabel do paraná do
Acariquara.
Localizadas
a 140 quilômetros de Manaus, Nova Esperança não possui posto de saúde. Os
moradores são atendidos uma vez por mês pelo barco de “Saúde Itinerante”, que
atende somente na prevenção de doenças e acompanhamento dos Programas de
saúde.
Na
educação, a escola Francisco Diogo de Melo, a única da comunidade, está com sua
infraestrutura precária. Não tem energia elétrica e o motor de luz não funciona
adequadamente. O telecentro está há mais de 4 meses sem funcionar por falta de
manutenção nas máquinas. A biblioteca e o alojamento forma construídos pela
própria comunidade. E, pra piorar, a merenda escolar não é suficiente.
“Nossa
escola não tem condições estruturais para receber as crianças. Precisamos
urgentemente construir uma nova escola. Preciso dá mais conforto às nossas
crianças”, disse a gestora que não quis se identificar.
Na
comunidade Nova Aliança, a 130 quilômetros de Manaus, na escola José
Sarney, a situação ainda é pior. Existem 48 alunos que não estão estudando
porque a escola não tem estrutura para atendê-los. De acordo com presidente da
associação de moradores, Edgar Vieira, a escola pertence ao munícipio de Novo
Airão, mas já solicitou há tempos que a jurisdição passasse a ser do município
de Manaus.
Já o
posto de saúde desta comunidade pertence, comprovadamente, ao município de Novo
Airão.
Em
Santa Izabel do Acariquara, onde residem 45 famílias, as crianças estão saindo
cedo da escola municipal Raimunda Brasil, devido à falta de merenda escolar.
Falta água tratada. E o prédio, que foi construído por uma ONG, não comporta
adequadamente os 75 alunos e falta climatização ao ambiente.
Além de
todos esses problemas, os professores dessas escolas reclamam do auxilio
transporte que é somente R$100 por mês e também da carga dobrada que
estão executando, mas não recebem por isso.
Para o
vereador Waldemir José, a situação da educação e da saúde dessas comunidades é
lamentável, portanto é necessário que Câmara Municipal de Manaus (CMM) atue
para sanar esses problemas.
“Ontem,
a minha convicção de que as escolas estão abandonadas pela Prefeitura se
concretizou. Como podem permitir que as aulas sejam suspensas por falta de
merenda? Por isso, acredito que a CMM tem por obrigação de instalar a CPI
das escolas ribeirinhas para esclarecer se esses problemas são resultados de
uma má gestão ou se de logística, o fato é que a Câmara não pode ficar omissa em
relação a esses graves problemas”, disse o parlamentar.
BARCO “PROGRAMA DE SAÚDE ITINERANTE”
BARCO “PROGRAMA DE SAÚDE ITINERANTE”
Ao
chegar à comunidade Nova Esperança, o vereador Waldemir e sua equipe
encontraram o barco do “Programa Municipal de Saúde Itinerante” e aproveitou
para fazer a fiscalização.
O
Programa, que é realizado por meio de unidades móveis, chega uma vez por nas
comunidades ribeirinhas que estão localizadas no Rio Negro e no Rio Amazonas.
Lá, o atendimento é prestado a toda família, bem como o acompanhamento às pessoas
com diabete e hipertensão. Além da realização de exames laboratoriais básicos,
serviços odontológicos e distribuição de medicamentos.
De
acordo com o parlamentar, as condições do atendimento à saúde nesse programa
são satisfatórias. As farmácias estão bem abastecidas com medicamentos
essenciais. Os profissionais de saúde atenciosos. O Programa de saúde bucal
está bem equipado, portanto consegue realizar um bom trabalho de prevenção e
combate às cáries.
Waldemir
reconhece que a iniciativa consegue suprir as necessidades básicas da população
ribeirinha. “Esse programa é muito eficiente. Seria importante que mais ações
como essa fossem implantadas pela Prefeitura”, disse o parlamentar.
Assessoria de Comunicação
Assessoria de Comunicação
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Quem sou eu
- Waldemir José PT
- Manaus, Amazonas, Brazil
- Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.




