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| Notícia publicada no jornal ACRÍTICA - Coluna Pinga Fogo - 15.03.2015 |
segunda-feira, 16 de março de 2015
Waldemir realiza novas fiscalizações nas estações de ônibus da cidade e vê que os problemas pioraram
Após quase
três meses da última fiscalização nas estações de ônibus da cidade, o vereador
Waldemir José (PT) realizou nesta quinta- feira (12), mais um ciclo de
fiscalização. Além dos bairros que ele já visita constantemente, dessa vez o
Terminal de Integração 4 foi incluso na inspeção.
Desde as
5h30 da manhã, o parlamentar saiu para fiscalizar as estações dos bairros de
Petrópolis, Mauazinho, Cidade Nova II, Nova Aleixo, Monte das Oliveiras, Japiim
e Jorge Teixeira.
Novamente
nenhum ônibus de 2014 foi encontrado e, dos mais de cem ônibus testados, apenas
dois estavam com elevadores funcionando. Número de viagens inferior ao previsto
pela planilha da SMTU e menos ônibus circulando do que determina o contratado.
E os problemas de sempre, superlotação, condições de trabalho precárias,
trabalhadores reclamando da falta de pagamentos dos direitos trabalhistas,
pneus carecas, dentre outros, permanecem da mesma forma.
“Infelizmente
nada mudou, ao contrário, parece que a situação está ainda pior”, acrescentou o
Waldemir.
No
Terminal 4, próximo à bola do Produtor do Jorge Teixeira, onde circulam
em média 55 mil pessoas por dia, a situação é bem pior. Como se não bastassem
todos esses problemas do transporte público, ainda há a violência que faz
parte do cotidiano, conforme relatou um vendedor ambulante que não quis se
identificar. “Na semana passada assassinaram a facadas um jovem aqui nas
dependências do terminal. Assaltos ocorrem a todo o momento. Aqui não tem
policiamento, estão pagando uma empresa de segurança particular, mas não dá
conta de tanta violência”, disse.
De acordo
com o representante do SMTU, ao menos um assalto por dia ocorre,
principalmente a partir das 17h00, período no qual a população fica mais
vulnerável. Além disso, ele reclama do número de linhas que fazem estação no
T4, o que dificulta a mobilidade dos ônibus. “Esse terminal não tem estrutura
física para aguentar que tantas linhas de ônibus tenham suas estações aqui”,
relatou o funcionário que não quis se identificar.
Como ação
para resolver o problema, Waldemir José solicitou ao deputado estadual José
Ricardo, também do PT, que faça uma indicação à Polícia Militar para que
policiais fiquem de plantão o dia todo em todos os terminais da cidade ou uma
outra ação que iniba a ação de marginais. “Somente no T4 passam por ali cerca
de 60 mil pessoas, bem mais que a população da maioria das cidades do interior,
portanto é necessário ter policiamento fazendo a segurança desses usuários”,
afirmou o parlamentar.
E com
relação aos outros problemas encontrados, ele enviará novamente relatório ao
SMTU e cobrará medidas para melhorar o sistema.
Acesse também:
http://www.cmm.am.gov.br/waldemir-jose-realiza-novas-fiscalizacoes-nas-estacoes-de-onibus-da-cidade/
Assessoria de Comunicação
Jane Coelho
8821-2885/3303-2843
quinta-feira, 12 de março de 2015
Waldemir quer que SMTU obrigue as empresas de ônibus a renovarem a frota de acordo com a Lei
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Fotografia:
Robervaldo Rocha/CMM
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Por conta
da situação precária dos coletivos do sistema de transporte da cidade, o
vereador Waldemir José (PT) usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM),
na manhã desta quarta-feira (11), para anunciar que entrará com requerimentos
para que a Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU) promova a
retirada imediata dos ônibus com mais de 10 anos que circulam na
cidade, conforme a Lei do Transporte No. 1.779, e que também
faça cumprir a Lei Orgânica do Município Manaus (Loman), quanto à renovação da
frota.
De acordo
com o vereador Waldemir José, é fácil encontrar circulando pelas vias da cidade
ônibus velhos, com mais de uma década, caracterizando o descumprimento do
inciso VIII da Loman, que diz que as empresas deverão promover renovação de
seus veículos com vida útil acima de 10 anos. “Encontrei ontem no terminal de
integração da Cidade Nova, ônibus datado de 2004”, disse o
parlamentar.
Ele chamou
a atenção para o fato de que no dia 20 de janeiro deste ano, o titular do SMTU,
Pedro Carvalho, justificou que 7,71% do valor da tarifa reajustada,
aproximadamente R$4 milhões, seria para manutenção e reposição de ônibus
velhos, mas na prática isso não acontece. “Esse método dos empresários já é
bastante conhecido. Eles arrecadam o dinheiro da população, justificando que é
para pagar FGTS de funcionários, modernizar o sistema, fazer manutenção nas
paradas de ônibus, para acessibilidade etc, mas na realidade nenhum dinheiro é
investido e o sistema de transporte fica cada dia pior”, ressaltou Waldemir.
Além
disso, Waldemir criticou a postura da Prefeitura diante dessa situação que não
faz fiscalização e ainda permite que as empresas atuem do jeito que quiserem,
sem nenhuma cobrança.
Por isso,
o parlamentar solicitará da SMTU uma medida para que a frota seja renovada
imediatamente e também encaminhará requerimento à Comissão de Transporte,
Viação e Obras Públicas (CTVOP/CMM) para que proceda fiscalização nas garagens
das empresas para ver o quantitativo de ônibus com mais de 10 anos.
Acesse também: http://www.cmm.am.gov.br/waldemir-jose-quer-que-smtu-obrigue-as-empresas-de-onibus-renovarem-frota-de-acordo-com-lei/
Assessoria de Comunicação
Jane Coelho
8821-2885/3303-2843
quarta-feira, 11 de março de 2015
Audiência Pública MPE - AM
A Defensoria Pública
Especializada em Atendimento de Interesses Coletivos realizou audiência pública
em 09 de março de 2015 na Escola Superior do órgão, para tratar de obra sob
responsabilidade do município de Manaus, trata-se do Corredor Viário do Mindu.
Da assinatura de termo de Ajustamento de Conduta firmado em outubro de 2013
entre defensoria e prefeitura de Manaus, referente ao processo
nº10000.000037/2013-2014.
O defensor Carlos Alberto Souza
de Almeida Filho relatou que, Consta de acordo com documentação na Defensoria
Pública do Estado do Amazonas a execução de uma obra no igarapé do mindu, de
requalificação ambiental e corredor viário, esta obra que está sendo executada
já passou por diversas formatações e entes inicialmente pela Caixa Econômica e
pelo próprio município.
A realização dessa obra implicou
na necessidade de cadastro e informação das famílias de que haveria a
necessidade da retirada para fins da construção do corredor viário.
Apesar do planejamento da
prefeitura desde aquela época 2007 até o presente momento, diversos problemas
vem ocorrendo, sendo detectados pela defensoria e vem atuando para que direitos
individuais não sejam violados. O problema é que com as demandas que a
defensoria vem recebendo, não estamos encontrando eco e as devidas correções.


O problema maior foi destacado no
final do ano de 2012, pela Relatoria Nacional do Direito Humano à Cidade, que
deu conta que havia problema de processo de indenização, de cadastramento e de
valores nas indenizações. Para fins de registro temos na defensoria um valor
pago de R$ 700,00 de indenização por uma moradia, o que para nós soa como um
absurdo.
Dada a situação a defensoria
trabalhou em um termo de ajustamento de conduta com o município de Manaus, o
qual foi concretizado em outubro de 2013. Onde estabelecia padrões com relação
aos processos de indenizações, a implicar na transparência para que os
populares tenham acesso a sua documentação e a possibilidade de recurso quanto
as decisões de valores propostos de indenizações, recursos esses que poderiam
ser feitos através da defensoria para fins de necessária composição ao cabo da
realização desse termo de ajustamento de conduta, nós passamos a receber
diversas manifestações de não cumprimento desse acordo, restando diversas
pessoas procurando nossa instituição afirmando que nada do que havia sido
listado estava sendo cumprido no processo que se inicia com a prefeitura de
Manaus, com a Procuradoria do Município, Secretaria Municipal de Infraestrutura
- SEMINF e UEP responsável para tratar da obra.
Não houve eco quanto as
recomendações da defensoria e consequentemente dos moradores, não havendo
solução para o problema apresentado e restando diversos pagamentos, não sendo
pagos, não houve outra solução a não ser a judicialização do termo de
ajustamento de conduta ou seja execução. Essa execução implicou na paralização
das obras do corredor viário do Mindu bem como via de consequência a inscrição
do município no CAUC.
Em decorrência dessa situação e
da paralização da obra, houve a realização de audiência de conciliação no
Tribunal de Justiça do Amazonas, bem como inspeção judicial pela desembargadora
Socorro Guedes no local da obra, após a realização dessa audiência foi realizado
acordo com município para adequação dos procedimentos, ou seja o obvio não se
pode realizar obras enquanto existir pessoas no canteiro, nós solicitamos o
isolamento na área de obras, solicitamos o pagamento de todos os processos em
atraso, solicitamos a agenda de data especifica para os pagamentos, solicitamos
que os pagamentos que não tivessem acordo fossem comunicados a defensoria, para
que pudéssemos tratar da possível negociação
dos valores das indenizações.
Ao cabo da realização dessa
audiência de conciliação esperando que os acordos fossem cumpridos, novas reclamações
chegaram dos moradores, possuímos o registro de 100 casos com problemas e
separamos 32 onde temos problemas mais graves em relação a execução das obras.
Por conta disso e aos problemas relatados pelos moradores que ainda restam, sem
pagamentos de indenização, compreendemos que a medida que a defensoria pública
deve novamente encetar dado a ausência de resposta a nossa tentativa de
resolução de problemas é a busca de judicialização e suspenção das obras até
que definitivamente todos os problemas sejam sanados, mais antes de fazer essa
via que nos parece extrema, entendemos que é o caso de trazer a população para
compreender o problema, e ouvir da procuradoria do município e da Seminf o que
tem a falar sobre os problemas que a população deve relatar e dos casos
apresentados por essa defensoria.
Fazemos o registro que não se
tratam de casos pontuais como relatado a juris, todos os casos apresentados
aqui são reincidentes vem acontecendo com todos os moradores, e a medida que as
obras vão se alastrando, nós encontramos mais problemas ainda. A defensoria
pública não pode concordar que as pessoas tenham seus direitos violados e esse
é o objeto dessa audiência pública.
terça-feira, 10 de março de 2015
Waldemir quer audiência pública para debater a situação “bomba-relógio” do sistema de transporte da cidade
Diante das repetidas declarações do titular da Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU), Pedro Carvalho, de que o sistema de transporte público da cidade é “uma bomba-relógio”, o vereador Waldemir José (PT), anunciou na manhã desta terça-feira (10), durante a Sessão Plenária, que solicitará a realização de Audiência Pública na Comissão de Transporte da Câmara Municipal de Manaus (CTVOP/CMM) para discutir a situação financeira das empresas e o impacto dessa situação no atendimento aos usuários.
De acordo com o parlamentar, as empresas de ônibus Global e Rondônia – ambas pertencentes ao grupo Eucatur – e que são responsáveis por 50% dos passageiros transportados, estão em vias de perderem 160 carros, em função de dívidas de empréstimos realizados ao banco HSBC de Londres.
“Se essas empresas afirmam que estão com uma dívida impagável, isso já é um prenúncio para que outros tipos de ajudas financeiras por parte da Prefeitura caia nos bolsos dessas empresas”, disse Waldemir
Ele lembrou, também, que essas mesmas empresas receberam isenção sobre o combustível; redução de Imposto Sobre Serviço (ISS); isenção do PIS, Confins e IPVA e, ainda, subsídio mensal de R$ 2milhões da Prefeitura e do Governo do Estado e não conseguem pagar suas dívidas. “Esse quadro já é conhecido. Tudo indica que elas vão ganhar mais recursos do município para que continuem gerando dívidas sem oferecer um serviço que preste à população”, concluiu.
Por esses motivos, Waldemir solicitará ainda da SMTU cópia do Acordo Operacional (ACOP), instituído em 2013 por meio de Decreto; informações a respeito da situação das concessionárias quanto ao pagamento da outorga de concessão e quanto aos pagamentos de INSS e FGTS dos trabalhadores e, por último, requerimento solicitando a planilha de custo sobre a tarifa de transporte coletivo.
*Foto: Tiago Correa
Leias mais: http://www.cmm.am.gov.br/waldemir-quer-audiencia-publica-para-debater-a-situacao-do-sistema-de-transporte-da-cidade/
Waldemir convoca prefeito e ex-prefeitos para prestarem esclarecimentos sobre dívidas da Prefeitura
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| Foto: Tiago Corrêa/DIRCOM/CMM |
Diante da
dívida de R$346 milhões da Prefeitura de Manaus, que gerou este mês a
instauração de inquérito civil por parte do Ministério Público do Estado (MPE),
o vereador Waldemir José (PT), deu entrada na manhã desta segunda-feira (9), no
requerimento que convoca o prefeito Artur Neto (PSDB) e os ex-prefeitos
Amazonino Mendes (PDT) e Serafim Corrêa (PSB) à Câmara Municipal de Manaus
(CMM) para prestarem esclarecimentos acerca dessa dívida.
A
justificativa do pedido considera que no mês de novembro do ano passado o
Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu parecer das contas de Amazonino
Mendes, afirmando que o município de Manaus encerrou o ano de 2012 com uma
dívida de aproximadamente R$335 milhões. Porém, o parecer também aponta que o
ex-prefeito deixou em caixa dinheiro suficiente para quitar a dívida e ainda
sobrar, o montante de R$ 43.804.979,26 milhões.
Para
Waldemir José, que atua desde ano passado para esclarecer esse problema de
dívida à sociedade merece uma explicação sobre a real situação das contas
herdada pela atual administração. “A população não merece ser feita de tola,
esse recurso é público, portanto é precisamos esclarecer o destino desse
dinheiro”, disse o parlamentar.
Além
disso, ele chama atenção para o fato de que a atual
administração herdou dívidas expressivas, o que colocou em risco o
funcionamento de vários serviços oferecidos pela Prefeitura, como é o caso do
Programa Carreta da Mulher, Leite do Meu Filho, Coleta de lixo, Limpeza e
vigilância, dentre outros, considerados indispensáveis à população. “Não é
justo que a população seja prejudicada por erros praticados por administrações
anteriores ou mesmo por essa administração. A verdade tem que vir à tona”,
afirmou.
FAIXA AZUL
As mortes
ocorridas por atropelamento na Constantino Nery na semana passada, mas
precisamente na faixa exclusiva para ônibus, levou o vereador Waldemir José a
anunciar que solicitará do MPE/AM, por meio de representação, medidas cabíveis
para que o projeto Faixa Azul seja suspenso até que medidas de segurança para
os pedestres sejam implantadas pela Prefeitura
“Não
vamos esperar que mais mortes ocorram para que alguma providência seja
tomada. Não se pode colocar em risco a vida da população. É dever do
Poder Público zelar por isso.”, concluiu.
segunda-feira, 9 de março de 2015
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Quem sou eu
- Waldemir José PT
- Manaus, Amazonas, Brazil
- Waldemir José atua em movimentos populares, característica iniciada desde que era Agente Pastoral da Igreja Católica em Petrópolis. Foi presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes). Além disso,também foi um dos fundadores do cursinho Pré-Vestibular “Alternativo” de Petrópolis, projeto que hoje se transformou na ONG "Alternativo Vicente Ferreira da Silva”, onde se tornou sócio-fundador. No fórum do Orçamento Participativo de Manaus Waldemir atuou como coordenador, o que lhe proporcionou um grande conhecimento técnico no que diz respeito ao trato com o orçamento público. Waldemir José também foi assessor do Movimento Popular de Luta pela Drenagem do Igarapé da Cachoeirinha. Além desses elos com as comunidades, Waldemir José também apresenta ações incisivas na linha das atividades político-partidária. Vive diariamente a dinâmica partidária do PT, tendo concorrido em dois pleitos para deputado estadual e em um para vereador e foi presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores. Em 2009 foi vereador,ocupando a vaga deixada por Marcelo Ramos, fez a diferença no parlamento Municipal, elevando o nível da política na Camara Munucipal de Manaus.




